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Palavra do Corretor

Prezado Senhor:
Referente Comunicação sobre transações Imobiliárias ao Ministério da Fazenda.
 
Sobre sua colocação no jornal Corretor de Imóveis: “Essa determinação é absurda e mostra a incapacidade da fiscalização demonstrada pelo Governo”. É justamente dessa exigência do Ministério da Fazenda é que poderemos mostrar poder e capacidade para tal, pois temos tudo para isso: o vendedor, o comprador e o imóvel a ser transacionado. O que falta para toda a nossa classe de corretores é justamente uma lei que diria: Todo e qualquer imóvel a ser vendido terá que ter assistência de um corretor de imóveis credenciado por ocasião lavratura da Competente Escritura de Compra e Venda, obrigatoriamente, Mediante lei federal, constar o número do CRECI e o nome do Corretor Competente, na referida Escritura.
 
Mesmo para os imóveis vendidos sem corretor, somente com a representação de um corretor é que o cartório poderá lavrar a escritura. E aí é que entra o que interessa para nos Corretores: para estes casos o vendedor terá que arcar com uma taxa simples de 1% ou 2% para o corretor ou imobiliária, pela sua responsabilidade perante as exigências do Ministério da Fazenda
 
Senhor Alfredo Canezin, tudo o que foi dito nas linhas acima,vai funcionar exatamente como funciona para outras profissões liberais como as de Advogado (cobra 2%) engenheiros, médicos, dentistas etc. Porque somente estas classes têm representatividade social através da lei federal, nenhuma obrigação de complementar ao órgão competente ou incompetente, do Ministério da Fazenda, todas as operações envolvendo recebimentos ou pagamentos em dinheiro ou cheque?

Poderemos tirar proveito dessas exigências do Governo, nos propondo a prestar todas as informações necessárias para eles, uma vez que o Governo Federal nos outorgue realmente esses deveres, através da lei Federal que nos dará poder para fazer valer aquilo que nunca trouxemos: direitos e não apenas deveres para o exercício da nossa profissão.

Finalizo dizendo que se um dia eu tiver o privilegio de conversar com V. Exª. poderei expor melhor os meus ideais como corretor há 22 anos.


Cordiais Saudações

Miguel Teixeira de Oliveira
CRECI 10.335

Juro da casa própria no Brasil poderá ser abatido do IR

O governo está prestes a anunciar o pacote de estímulo à construção civil, o que está previsto para o início de março. Para isso, a equipe econômica está fazendo os últimos ajustes no tamanho dos subsídios que serão concedidos a empresas e pessoas físicas que buscam a casa própria.

Na mesa dos técnicos do Ministério da Fazenda, estão ações que vão desde uma desoneração de até R$ 1,1 bilhão para materiais de construção até a possibilidade de abater o pagamento de juros com a compra de imóveis do Imposto de Renda.

Entre os materiais de construção que podem ser beneficiados está o cimento, que representaria renúncia de R$ 358,75 milhões por ano, se fosse zerada a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Ela hoje é de 5%. Outros produtos são azulejos, louças, vidros e telhas.

A avaliação da equipe econômica também inclui estímulos à informatização de cartórios mediante aumento das deduções dos investimentos em informática da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a definição de um prazo de carência para o pagamento de prestações - durante a construção do imóvel - para compradores de baixa renda.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já anunciou que a ideia do governo é que o pacote resulte na construção de 500 mil casas populares este ano e mais 500 mil em 2010.

O estímulo à construção civil é visto pelo governo como estratégico no combate aos efeitos da crise econômica mundial, pois o setor é considerado grande empregador e motor do crescimento.

fonte: O Globo

R$ 13 bi para compra de casas este ano

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O financiamento de de casas com recursos dos poupadores registrou um crescimento de 86,66% no primeiro semestre deste ano, no comparativo com os seis primeiros meses de 2007. Segundo dados das Entidade (Abecip), entre janeiro e junho os financiamentos somaram quase R$ 13 bil.

Banco Central vai intensificar cuidado para com consorciados

A partir de setembro o Banco Central vai cuidar as atividades de forma ainda mais intensa. As empresas financeiras deverão repassar mensalmente à autoridade monetária informações detalhadas dos mais de 3,5 milhões de clientes desse sistema. A medida foi anunciada por meio da circular 3.394, divulgada na semana passada.