Últimas Notícias

Bairros alternativos podem garantir imóveis mais baratos

Vizinhos de áreas tradicionais da cidade, endereços podem trazer economia na compra ou na locação do imóvel

Na hora de comprar ou alugar um imóvel, a localização costuma ser um dos primeiros pontos analisados pelos futuros moradores, principalmente por aqueles que almejam ter como endereço uma das regiões tradicionais da cidade. Especialistas alertam, no entanto, que um olhar um pouco mais abrangente, que contemple bairros vizinhos às áreas nobres da capital, pode resultar em negociações mais atraentes do ponto de visto financeiro, sem prejuízos à qualidade de vida ou do imóvel.

Carlos Eduardo Pereira, diretor da Imobiliária Paraíso, conta que boa parte das pessoas procura se fixar na mesma região onde nasceu, por já estar acostumada a ela e também para ficar próxima da família. “Endereços no entorno do Centro, como Água Verde, Batel, Bigorrilho, Mercês, Alto da XV e Cristo Rei estão entre eles”, pontua.

Comportamento que difere do adotado por quem vem de outras cidades para se estabelecer em Curitiba, como lembra Luiz Carlos Borges da Silva, diretor da OutraSul Imobiliária. “A avaliação destes clientes se refere à distância entre o imóvel e o local de trabalho, às condições e à infraestrutura oferecidas pela região. O curitibano de longa data precisa seguir o exemplo dos migrantes, que têm um olhar mais aberto para procurar um imóvel que ofereça melhores condições de localização e preço”, explica.

30%
É a economia que se pode fazer na compra de um imóvel em um bairro que faz “fronteira” com as áreas mais nobres de Curitiba, segundo imobiliárias.

Isso porque, de acordo com os especialistas, expandir a busca para os bairros vizinhos ao endereço desejado pode até aumentar em alguns minutos o deslocamento, mas proporciona uma economia de até 30% no valor do aluguel ou do investimento para a aquisição de um imóvel com as mesmas características.

Neste sentido, para quem procura um imóvel no Água Verde, a sugestão é contemplar na busca regiões como Santa Quitéria, Vila Izabel, Portão e Guaíra, por exemplo. O Bacacheri e o Boa Vista são alternativas ao Cabral, enquanto Pilarzinho e São Lourenço costumam ter imóveis com valores mais baixos do que os praticados no Bom Retiro.

Oferta
Os especialistas são unânimes ao afirmar que os bairros tidos como “alternativos” contam com uma oferta de imóveis e de infraestrutura que, em muitas vezes, não deve em nada a dos endereços tradicionais da cidade. De acordo com Pereira, tal relação ocorre principalmente na venda, na qual os preços mais baixos dos terrenos costumam atrair o investimento das construtoras para estas localidades.

João Françolin Tomazini, diretor-geral da Imobiliária Cilar, acrescenta que o trabalho dos corretores é fundamental neste sentido, auxiliando os clientes e ampliando seus horizontes de busca. “O cliente deve pensar que [a locação ou a compra de um imóvel] não é, necessariamente, uma condição definitiva. A pessoa pode investir menos em primeiro momento para, então, partir para uma segunda etapa. Também pode acontecer de ela se adaptar tão bem à região que, depois, nem queira ir para outro local”, pondera.

Check list
Além do bairro, preço e das condições do bem, quem procura um imóvel deve estar atento a outros detalhes :

Localização
O endereço do imóvel deve levar em conta a rotina da família, ou seja, a proximidade com o local de trabalho ou a escola dos filhos, por exemplo. Aqui, vale determinar um raio ideal partindo do imóvel para que o deslocamento seja confortável para todos os membros da família.

Infraestrutura
Avaliar se a região conta com oferta de comércios e serviços necessários à realização das atividades da família, como academia e escola condizente ao tipo de ensino que se pretende dar aos filhos, assim como a distância do imóvel ao transporte público.

Condomínio
Informe-se sobre se o empreendimento tem alguma regra que possa interferir nos hábitos da família e se ele está com as dívidas e as manutenções em dia – o que previne altas nas despesas com a taxa de condomínio.

Prioridades
Listar as características do imóvel das quais a família não abre mão, as que gostaria que tivesse e os itens sobre os quais é possível ponderar. Isto ajuda a reduzir o universo de busca.

Orçamento
Coloque no papel todas as contas da família e verifique quanto é possível investir na compra ou na locação. A soma do aluguel/prestação mais as taxas não deve ultrapassar 30% do orçamento familiar, de acordo com Tomazini.

De olho no vizinho
Expandir o raio de busca para bairros menos "badalados" pode ser uma opção para baratear a negociação de compra ou de locação do imóvel. Confira quais são alguns dos endereços alternativos às regiões tradicionais da cidade.


Fonte:Gazeta do Povo.

Corretores contra a dengue!

Higienize os imóveis fechados sob a sua responsabilidade e evite o surgimento de locais apropriados para a criação do mosquito Aedes aegypti.

Execute as seguintes medidas de prevenção:

Limpeza de piscinas e calhas;
Proteção de ralos com tela de nylon;
Retirada de latas, potes, garrafas e outros descartáveis; Vedação da caixa d'água;
Limpeza dos pratos de vasos de plantas e retirada do acúmulo de água.
SE VOCÊ AGIR, PODEMOS EVITAR!

Contraventores são condenados por exercer ilegalmente a profissão de corretor de imóveis

As constatações do Conselho Regional de Corretores de Imóveis 6ª Região/PR referentes ao exercício ilegal da profissão tem sido encaminhadas, através da lavratura de termos circunstanciados, para o poder judiciário.  Somente nos quatro primeiros meses deste ano 71 supostos infratores foram noticiados nas delegacias de suas respectivas regiões. O delito está previsto no art. 47 da Lei 3688/41: “Exercer profissão ou atividade econômica ou anunciar que a exerce, sem preencher as condições a que por lei está subordinado o seu exercício: Pena – prisão simples, de quinze dias a três meses, ou multa”.

Contraventores trazem prejuízos porque não possuem a responsabilidade e a obrigação de zelar pelo bom resultado da negociação. O cliente deve sempre verificar se o profissional escolhido está regularmente inscrito no Creci-PR. É possível também solicitar informações sobre a vida profissional de um corretor de imóveis ou imobiliária. Caso o profissional não seja inscrito, o cliente poderá fazer uma comunicação de atividade irregular que será encaminhada aos órgão competentes.

Além de fiscalizar o exercício ilegal da profissão, o Creci-PR tem lançado campanhas de valorização profissional com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de consultar sempre um corretor de imóveis no momento de realizar uma transação imobiliária. A última ação utilizou o conceito: IMÓVEL, SÓ COM CORRETOR DE IMÓVEIS - EXERCÍCIO ILEGAL É CASO DE POLÍCIA.

O artigo 5º, inciso XIII, da Constituição Federal prevê: “é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”. A profissão de corretor de imóveis é devidamente regulamentada pela Lei 6.530/78, desta forma o ato de intermediação de compra, venda, permuta e locação de imóveis é de competência exclusiva do corretor de imóveis. Para trabalhar com a corretagem imobiliária é preciso ter formação específica (técnico ou gestor em transações imobiliárias) e registro no Conselho de Fiscalização Profissional – Creci.

 

Os cinco bairros de Curitiba que mais valorizaram em 2015

Oferta de novos imóveis contribuiu para elevar o preço do metro quadrado em alguns endereços da cidade

A alta da inflação e as campanhas de vendas realizadas pelas construtoras seguraram o reajuste do preço dos imóveis em 2015, que ficou na casa dos 5%. Em alguns bairros, no entanto, a localização privilegiada e a oferta de novas unidades contribuíram para que a correção do valor do metro quadrado superasse, e muito, a média do setor e a inflação do período, que foi de 10,67%.

É o caso do Jardim Botânico. Em dezembro de 2015, o metro quadrado privativo dos apartamentos novos no bairro custava R$ 7,4 mil, 22% a mais do que os R$ 6 mil registrados no mesmo mês de 2014.

O Boqueirão também acompanhou a alta e ocupa a segunda posição entre os endereços mais valorizados de Curitiba, com reajuste de 21%. No ano passado, o preço do metro quadrado no bairro passou dos R$ 4,3 mil para os R$ 5,2 mil, tendo dezembro como mês de referência.

“Estes são bairros com baixa oferta. Então, quando novos lançamentos são colocados à venda, eles puxam o preço para cima”, explica Fábio Tadeu Araújo, diretor de pesquisa de mercado da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR).

Conheça quais são os outros endereços que compõem o ranking dos bairros com o preço do m² mais valorizado em 2015.

1º Jardim Botânico valorização de 22%, com m² privativo comercializado a R$7.374,29 em dezembro
2º Boqueirão; a alta de 21% em 2015 elevou o preço do m² privativo dos apartamentos para R$ 5.163,64
3º Xaxim, com preço do m² privativo a R$ 4.026,21, em dezembro, o bairro registrou reajuste médio de 18%
4º Seminário: área nobre da capital, o bairro registrou alta de 17% em 2015, com o m² privativo comerecializado a R$ 7.605,64, em dezembro
5º Hugo Lange: região que costuma receber lançamentos de luxo, o bairro teve alta de 14% em 2015, com o preço do m² privativo a R$6.292,91

Fonte: Gazeta do Povo

Caixa eleva de 50% para 70% o limite financiado para imóvel usado

Para estimular crédito, banco reabre financiamento do 2º imóvel e eleva cota para usados

Na tentativa de estimular o financiamento imobiliário, a Caixa Econômica Federal anunciou nesta terça-feira, 8, uma série de medidas de crédito. Entre as elas estão o aumento dos recursos para contratação do financiamento imobiliário, reabertura do financiamento do segundo imóvel e elevação da cota de recursos destinados à compra de imóveis usados.

Menos de um ano depois de ter reduzido o teto do financiamento de imóveis usados para 50%, o banco resolveu aumentar o limite para 70%. Em abril de 2015, quando a Caixa anunciou a redução da cota, o teto era de 80%.

Segundo a presidente da Caixa, Miriam Belchior, este é o fator que mais impacta a demanda de habitação. Miriam ressaltou que a elevação da cota induz a demanda por imóvel novo.

A Caixa vai também passar a financiar a compra de um segundo imóvel, nas mesmas condições utilizadas para financiar o primeiro. Dessa forma, o cliente poderá ter dois imóveis financiados ou mais tempo para vender o primeiro, destacou a presidente da Caixa. Em agosto do ano passado, a Caixa havia vetado novos empréstimos a clientes que já tinham um imóvel financiado.

A presidente da Caixa afirmou que, com todas as medidas anunciadas nesta terça, deve haver uma elevação de 13% dos recursos destinados ao crédito à habitação, ou R$ 16,1 bilhões. Com isso, a Caixa estima o financiamento de 64 mil unidades adicionais em relação ao que foi financiado em 2015.

Ela comentou ainda que a Caixa está se preparando para ter mais eficiência e que, nesse sentido, o banco tem cortado custos. “Temos o desafio de tornar a Caixa mais rentável e eficiente” disse.

Sistema habitacional
O vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Antônio de Souza, explicou que a Caixa elevou a cota de financiamento do imóvel usado pelo sistema de financiamento habitacional (SFH) de 50% para 70% para clientes do setor privado e para imóveis de até R$ 750 mil. Para setor público, cota foi elevada de 60% para 80%.

Os imóveis usados financiados pelo sistema financeiro imobiliário, acima de R$ 750 mil, em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, e de R$ 650 mil nos demais Estados, passarão a ser financiados em 60%, dos atuais 40%, para o setor privado. Para o setor público, cota passou de 50% para 70%.

Miriam Belchior, disse que, com essas medidas, o objetivo é viabilizar mais acesso às unidades habitacionais pelos brasileiros e estimular o segmento da construção civil. Segundo ela, a Caixa terá este ano R$ 16,5 bilhões adicionais destinados ao financiamento de imóveis. Com esse recurso extra, disse a presidenta, será possível a contratação de financiamento de mais 64 mil unidades habitacionais, um aumento de 13% em relação ao previsto.

Com o aumento da cota de recursos para imóveis usados, Miriam Belchior acredita que haverá um impacto positivo também no mercado de imóveis novos, principalmente nas classes média e alta. “A compra do imóvel novo implica na venda do imóvel usado”, disse.

Fonte: Gazeta do Povo