Teto nacional passa para R$ 170 mil; em Curitiba, o valor máximo foi elevado de R$ 100 mil para R$ 150 mil
O mercado imobiliário recebeu bem a decisão do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de elevar, ontem, o preço máximo dos imóveis enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida. O teto para imóveis localizados nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal passou de R$ 130 mil para R$ 170 mil. Nas demais capitais, como Curitiba, o valor máximo do imóvel foi elevado de R$ 100 mil para R$ 150 mil.
A mudança busca a equivalência aos valores praticados no mercado imobiliário e pretende cobrir o déficit na habitação popular. “Antes, os antigos valores dificultavam o enquadramento dos imóveis. Os novos preços estão dentro da realidade do mercado”, afirma o diretor do segmento econômico da Rossi, Rodrigo Martins.
Ainda segundo Martins, a nova tabela permitirá o desenvolvimento do programa perante a população de baixa renda. “Sem a atualização, os planos não seriam viáveis. Com esses valores atualizados, o programa ganha novo fôlego”, diz.
A partir de fevereiro, o cartão aluguel, lançado pela CEF (Caixa Econômica Federal) em dezembro passado, deve estar disponível aos usuários de todo o País.
Crescimento da demanda faz com que comecem a faltar imóveis que atendam às necessidades dos universitários
O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná, Creci/PR, disponibiliza as notas e a classificação da prova objetiva, realizada dia 05 de dezembro, para a função de AGENTE FISCAL a ser lotado na cidade de Ponta Grossa.
Em 2010, os preços de itens de habitação ficaram 5% mais caros que um ano antes, segundo dados divulgados pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).