O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná, Creci/PR, já começou a organizar o IV Congresso Sul Imobiliário, Consim. O evento, previsto para o segundo semestre de 2011, será em Foz do Iguaçu e conta com a co-realização do Cofeci, Creci/SC e Creci/RS. Esta é a primeira vez que o evento é sediado no Paraná, a última edição foi no Rio Grande do Sul, em Gramado. Os organizadores esperam a participação de mais de 800 profissionais.
O Consim é um Congresso realizado de dois em dois anos pelos Crecis do PR, SC e RS. Em todas as edições o evento superou as expectativas de público e foi considerado um sucesso pelos profissionais. O objetivo dos organizadores é fazer com que o Consim aprimore e atualize os conhecimentos dos corretores de imóveis.
A programação do IV Consim contará com temas importantes para os profissionais da área imobiliária. A grade de palestras será definida e divulgada nos próximos meses.
O presidente do Creci/PR, Alfredo Canezin, relata que a expectativa para o Congresso é muito boa e que os profissionais do Sul do país merecem um evento de grande porte. “Esta é a chance dos corretores de imóveis reciclarem o seu conhecimento no mercado imobiliário e se atualizarem, pois o crescimento do setor exige do profissional aprimoramento contínuo”.
A segunda fase do programa habitacional do governo federal Minha Casa, Minha Vida terá moradias com energia solar.
A impermeabilização pode evitar gastos desnecessários com a reforma de um imóvel, segundo alerta o mestre em engenharia civil e gerente de negócios da Viapol – empresa especializada em soluções para a impermeabilização e proteção de obras da construção civil -, Marcos Storte.
De cada R$ 100 em financiamentos para a compra da casa própria, R$ 95 têm origem nas operações que usam recursos direcionados para a habitação, como a caderneta de poupança. O valor restante, de apenas R$ 5, vem dos recursos disponíveis no caixa dos bancos, o chamado crédito livre. O dado consta de relatório inédito divulgado ontem pelo Banco Central. O documento mostra que, em meio à forte expansão do crédito imobiliário nos últimos anos, a participação dos recursos da poupança segue majoritária e estável.
É visível a maior disposição ao endividamento das famílias, nas operações habitacionais das negociações no mercado de imóveis brasileiro. Tal fato, evidenciado pela apreciável diminuição da participação do valor da entrada na cifra total do contrato, que recuou de 53,0% em 2004 para 44,0% em 2007 e 38,0% em 2010, precipitou a feitura de algumas avaliações pessimistas, por parte dos meios especializados, dando conta da possibilidade de ocorrência de uma bolha de insolvência. Nesse caso, se reproduziria, por essas paragens, o fenômeno verificado nos Estados Unidos (EUA) entre 2006 e 2009.
Há cinco anos a Secretaria de Finanças de Curitiba vem usando imagens de satélite para identificar qualquer mudança na configuração dos imóveis da cidade – o famoso “puxadinho” – que possa resultar no recálculo do Imposto Predial Territorial Urbano, o IPTU. A arrecadação com o tributo passou de R$ 187,2 milhões em 2005 para uma previsão de R$ 310 milhões, neste ano – quase 40% a mais. Desse montante, cerca de R$ 4,5 milhões/ano corresponde à suplementação conseguida pela varredura do satélite, segundo o secretário de Finanças Luiz Eduardo da Veiga Sebastiani. A previsão para 2011, já encaminhada à Câmara Municipal, é de R$ 328 milhões.
Além de estar em crescimento o número de jovens no financiamento imobiliário pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação), o valor financiado pelos mutuários com menos de 35 anos de idade vem aumentando.
Os preços dos apartamentos em Curitiba dispararam nos últimos quatro anos. Dependendo do tipo do apartamento, as cotações chegaram a dobrar no período e, no último ano, a alta chega a 20%. Levantamento da área de inteligência de mercado da empresa de intermediação imobiliária Lopes – que tem presença em 12 estados e no Distrito Federal – mostra que bairros como Centro, Água Verde, Vila Izabel, Cabral e Batel têm, em média, os apartamentos mais caros da capital. Nesses locais, o preço do metro quadrado por área útil fica, em média, entre R$ 4 mil e R$ 4,7 mil. Mas é possível encontrar imóveis cujo metro quadrado fica entre R$ 5,5 mil e R$ 6 mil no Batel, valores equivalentes a alguns bairros de classe média-alta de São Paulo.
O Feirão de Imóveis de São José dos Pinhais, evento pioneiro no setor de imóveis na cidade, terá sua segunda edição entre os dias 22 e 24 de outubro, no Shopping São José. São 552 metros quadrados com 23 expositores, dentre eles 19 imobiliárias, que estão preparadas para receber um público diversificado. De acordo com o coordenador da Câmara Setorial Imobiliária da ACIAP-SJP, Valdecir Neves Ribeiro, o público encontrará na feira opções para todos os gostos e bolsos. “Teremos tanto casas de alto padrão quanto imóveis populares. Este ano muitos lançamentos de empreendimentos e financiamentos serão divulgados, além da inserção do programa Minha Casa Minha Vida”, destaca Ribeiro.
A possibilidade de morar em locais com grandes áreas arborizadas, com maior segurança, garantindo, ao mesmo tempo, a melhor relação custo-benefício está levando futuros mutuários a buscarem loteamentos ao invés de condomínios.