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Neste mês, no dia 27, comemora-se o Dia Nacional do Corretor de Imóveis. As principais entidades do mercado imobiliário paranaense promovem nos dias 25 e 26, na sede campestre do Sindimóveis-PR, a festa comemorativa ao corretor de Imóveis.

No dia 25 (sábado) acontece o tradicional torneio de futebol, reunindo times de diversas regiões do Paraná. A final e premiação será no dia 26 (domingo). A recepção aos profissionais e seus familiares acontece no domingo, partir das 10h.

De acordo com o diretor social do Sindimóveis-PR, Leomar Colla, muitas atrações estão previstas para o evento. “Teremos o torneio de futebol, o torneio de truco no domingo e muitos jogos recreativos para as crianças e adolescentes. Teremos ainda um animado almoço com música ao vivo, seguido do nosso tradicional bingo e sorteio de diversos brindes”, diz ele.

O convite para a festa comemorativa custará a cada participante R$ 10,00 (dez reais), que poderá ser adquirido preferencialmente na sede do Sindimóveis-PR (Rua Marechal Deodoro, 497 - 8.º andar) e, também, no Secovi-PR e Creci-PR. Mais informações e reservas pelo telefone: (41) 3223-5221.

O evento é realizado pelo Sindimóveis-PR, Sistema Cofeci-Creci-PR, Secovi-PR, com apoio da Fenaci, Câmara de Valores Mobiliários, Rede de Negócios Imobiliários, Rede Paraná de Imóveis, Apolar Imóveis e Cia. Província, com a promoção exclusiva do Grupo Paulo Pimentel e os jornais O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná.

Fonte: Paraná Online
Congresso para os Corretores de Imóveis

Todos os Corretores de Imóveis estão convidados a participar em João Pessoa na Paraíba do V CONCINNE (Congresso Norte / Nordeste de Corretores de Imóveis), evento voltado especialmente para a cadeia produtiva do mercado imobiliário que proporcionará aos participantes uma grande oportunidade de reciclar e aprimorar conhecimentos.

O Congresso, organizado pelo Conselho Regional dos Corretores de Imóveis da Paraíba (Creci-PB)  está sendo preparado para que seus participantes possam não apenas desfrutar dos conhecimentos que serão passados pelos oito palestrantes de renome nacional, mas para que também se possa usufruir das belezas naturais que a cidade oferecerá a todos que participarem.

O evento acontecerá no período de 26 a 28 de setembro, nas dependências do Tropical Hotel Tambaú, um dos mais importantes hotéis da capital paraibana que, além de conforto e comodidade, está localizado ao lado das mais belas praias do litoral nordestino, aproximadamente vinte minutos dos principais pontos turísticos e culturais de João Pessoa.

Outra grande preocupação por parte da organização foi com a qualidade das palestras que serão oferecidas aos congressistas. Oito importantes personalidades do cenário nacional estarão presentes para compartilhar conhecimento e informação sobre assuntos relevantes aos profissionais do mercado imobiliário que há 45 anos contribuem para o crescimento significativo do país.

A Atlântica Operadora, sediada em João Pessoa, é a empresa oficial do evento, responsável pelas reservas nos melhores hotéis da cidade com tarifas especiais. As reservas poderão ser feitas através do site www.concinne.com.br que também apresenta toda a programação com informações detalhadas sobre o que será realizado durante o Congresso.

A Caixa Econômica Federal lançará o cartão aluguel para facilitar os interessados na locação de imóveis. A nova modalidade vai dispensar as exigências de garantias, como fiadores, seguros-fiança, títulos de capitalização ou os três meses de depósito. Quando for lançado, inquilinos poderão solicitar o dinheiro de plástico nas agências da Caixa.

O anúncio da nova garantia locatícia foi feito pelo vice-presidente de Negócios Bancários e Imobiliários da Caixa, Fábio Lenza, em reunião com o Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo).

Segundo o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, a Caixa vai analisar a capacidade de pagamento dos inquilinos antes de conceder o cartão aluguel. Em seguida, interessados em alugar um imóvel deverão procurar a imobiliária e passar o cartão para o pagamento da locação. A despesa será quitada mensalmente pelo inquilino por meio do extrato. “O locador terá a garantia de um banco. Nesse caso, de uma instituição financeira do governo”, afirma Neto.

O presidente da Creci diz que a Caixa estuda também antecipar o pagamento integral do aluguel para o locador, mas, no caso, o banco cobrará juros pela operação. O contrato de locação é feito, em média, por 30 meses.

A instituição está definindo o valor da anuidade do cartão aluguel, que será pago pelo inquilino, e o percentual a ser cobrado das administradoras de imóveis que optarem pela nova garantia.Neto destaca que existem 6,5 milhões de imóveis alugados no País. Para a entidade, o modelo vai revolucionar o mercado de locação e trazer de volta o investidor de imóveis para alugar.

“O cartão também vai contribuir para reduzir o preço de aluguel porque os proprietários vão querer locar seus imóveis. Haverá grande quantidade de ofertas”, prevê Neto. Ele lembra que a idéia partiu de uma solicitação do Creci-SP para a implantação de um seguro-fiança social que atendesse a uma parcela da população que não dispõe de garantias para alugar um imóvel: “O banco realizou diversos estudos de mercado e investiu nesse produto que, certamente, beneficiará os menos favorecidos porque atende a todas as faixas de renda.

Secovi Rio quer mais detalhes

O vice-presidente do Sindicato da Habitação (Secovi Rio), Manoel Maia, apóia o novo modelo de garantia locatícia, mas afirma que é preciso ter certeza de que o cartão aluguel não vai significar mais despesas para os proprietários, que já pagam mensalmente pela administração do imóvel. Ele destaca também a data de pagamento do aluguel com o modelo. Atualmente, a imobiliária tem até o dia 10 para depositar o dinheiro na conta dos proprietários: “O cartão de crédito normal dá até 40 dias para pagar. Se a nova garantia seguir esse modelo, será um empecilho”.

Maia explica que o mercado de locação tem usado o seguro-fiança, mas o produto ainda é caro para as famílias com renda mais baixa. A linha representa quase um mês e meio de aluguel e dos encargos (condomínio, Taxa de Incêndio e IPTU). Se essa despesa for de R$ 1 mil, o inquilino terá que pagar pelo seguro-fiança R$ 1.200 por ano. Outra opção é o título de capitalização que, em média, representa um ano de aluguel. “O problema é que fica puxado para o inquilino pagar as despesas mensais com a moradia e mais o custo da garantia”, diz Maia.

Como vai funcionar


Cartão aluguel

O inquilino terá que procurar agência da Caixa Econômica Federal para solicitar o dinheiro de plástico exclusivo para o aluguel.

Avaliação

A Caixa vai analisar a ficha cadastral dos interessados para conceder a nova garantia de locação. Inquilinos vão pagar o aluguel mensalmente por meio do extrato enviado à residência.

Despesa

O inquilino será o responsável pelo pagamento da taxa de anuidade do cartão. A cobrança já é conhecida para quem usa o modelo.

Imobiliária

De posse do cartão aluguel, os inquilinos devem procurar a administradora de imóveis e escolher o apartamento. Em seguida, é só passar o cartão exclusivo da Caixa Econômica para fazer a operação a fim de garantir o fechamento do negócio, sem fiador ou outra garantia.

Inadimplência

Secovi lembra que a inadimplência na locação ainda é muita alta. Atualmente, representa de 9% a 10%. Isso porque o Judiciário é muito lento para julgar uma ação de despejo. À vezes, o proprietário ou administradora leva mais de uma ano para retomar o imóvel.


Fonte: http://www.portaldoconsumidor.gov.br

Ser um profissional é acima de tudo, ter a responsabilidade pelo trabalho que faz, é comprometer-se, atuar com excelência e enfrentar os desafios com o mesmo vigor sempre.
É assim que o Profissional cresce e sente orgulho, muito orgulho disso.

Assim, nós comemoramos hoje, 27 de agosto,

O DIA NACIONAL DOS CORRETORES DE IMÓVEIS.

Temos muito orgulho, porque o nosso trabalho é motivo de satisfação. E a certeza, que tem importância ímpar para o desenvolvimento do nosso país.

A juventude de alguns e a experiência de outros, nos une sempre mais para o crescimento dos Corretores de Imóveis, a profissão que escolhemos.

Nos desafios diários, nos superamos.
Na superação, ganhamos experiência.
Com a experiência, conquistas.

SUCESSO PARA TODOS OS
CORRETORES DE IMÓVEIS PELA PASSAGEM DO SEU DIA!!!!!!

Creci-PR
Mais de 70% dos municípios que já tomaram a iniciativa de elaborar ou de rever o respectivo plano diretor por exigência do Estatuto das Cidades destinaram áreas para implantação de Zonas Especiais de Interesse Social, as Zeis.
A constatação é de uma pesquisa do Ministério das Cidades. Para o secretário nacional de Programas Urbanos do ministério, Benny Schasberg, esse é o prenúncio de que o país passará, nos próximos anos, por um grande processo de regularização de áreas hoje ocupadas irregularmente por populações de baixa renda.

Como permitem a aplicação de regras de parcelamento de solo e de edificação definidas especialmente para cada caso, "as Zonas Especiais de Interesse Social são um instrumento poderosíssimo de regularização fundiária nas mãos dos municípios", diz Schasberg. Então, se houver vontade política local, acredita ele, o processo se dará mesmo que o Congresso não aprove ou demore muito a aprovar a reforma da Lei 6.766/79, que regula, em nível nacional, o parcelamento de solo urbano.

A reforma está em discussão desde o ano 2000. Um dos objetivos do respectivo projeto de lei, que é muito mais amplo, é justamente permitir que as prefeituras adotem critérios mais flexíveis de ocupação do solo para poder regularizar situações estabelecidas de fato e que, em geral, são irreversíveis, como grandes favelas.
"Usando o plano diretor (PD) e as Zonas Especiais de Interesse Social, no entanto, as prefeituras não precisarão esperar pela mudança da Lei 6.766", pois o Estatuto da Cidades, que criou esse instrumento em 2001, já dá base legal, entende Benny Schasberg.

A pesquisa do Ministério das Cidades mostrou que a maioria dos planos diretores prevê instrumentos de combate à especulação imobiliária e de desenvolvimento urbano. Segundo Schasberg, isso é importante para dar efetividade a essas leis municipais, ou seja, para que a ocupação territorial de fato ocorra conforme o que foi nelas estabelecido. O parcelamento ou edificação compulsórios, por exemplo, foi adotado por 838
cidades, cerca de 63% das 1335 que elaboraram seu plano diretor até março de 2007.

Associado a um imposto territorial com alíquota progressiva no tempo, esse tipo de instrumento é usado para evitar que grandes áreas fiquem ociosas à espera de obras públicas de infra-estrutura que proporcionem sua valorização Se não edifica nem parcela em lotes menores, depois de determinado prazo, o dono passa a pagar um IPTU cada vez mais alto.

A outorga onerosa do direito de construir - quando o município não proíbe, mas cobra para autorizar um percentual de área construída superior ao padrão estabelecido - foi adotada em 54% dos casos. Não tão alto, mas também significativo, é o percentual dos planos que prevêem outorga onerosa para alteração de uso de solo, ou seja, quando a prefeitura cobra para permitir destinação diferente da original para um terreno.

Benny Schasberg explica que esses são "dois instrumentos Robin Wood", pois permitem aos cofres públicos e, portanto, à sociedade se apropriar de parcela da valorização imobiliária decorrente da mudança da destinação ou do aumento do limite de área construída de um terreno. "Numa única canetada", explica ele, essas outorgas costumam gerar enriquecimento do dono da terra, que, sem construir nada, costuma vendê-la por um preço bem mais alto, logo depois. Por isso, defende, podem e devem ser onerosas, de forma a gerar
recursos para aplicação em infra-estrutura urbana de áreas mais pobres.

Outro importante instrumento de desenvolvimento urbano, na opinião de Benny Schasberg, é o direito de preempção, previsto em 61% dos planos diretores analisados na pesquisa do Ministério das Cidades. Isso dá às prefeituras a preferência de direito de compra se determinadas áreas forem colocadas à venda.
Normalmente, são áreas nas quais o município quer colocar equipamentos públicos, como praças e parques, mas não de imediato.

Fonte: Valor Econômico