O governo está prestes a anunciar o pacote de estímulo à construção civil, o que está previsto para o início de março. Para isso, a equipe econômica está fazendo os últimos ajustes no tamanho dos subsídios que serão concedidos a empresas e pessoas físicas que buscam a casa própria.
Na mesa dos técnicos do Ministério da Fazenda, estão ações que vão desde uma desoneração de até R$ 1,1 bilhão para materiais de construção até a possibilidade de abater o pagamento de juros com a compra de imóveis do Imposto de Renda.
Entre os materiais de construção que podem ser beneficiados está o cimento, que representaria renúncia de R$ 358,75 milhões por ano, se fosse zerada a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Ela hoje é de 5%. Outros produtos são azulejos, louças, vidros e telhas.
A avaliação da equipe econômica também inclui estímulos à informatização de cartórios mediante aumento das deduções dos investimentos em informática da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a definição de um prazo de carência para o pagamento de prestações - durante a construção do imóvel - para compradores de baixa renda.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já anunciou que a ideia do governo é que o pacote resulte na construção de 500 mil casas populares este ano e mais 500 mil em 2010.
O estímulo à construção civil é visto pelo governo como estratégico no combate aos efeitos da crise econômica mundial, pois o setor é considerado grande empregador e motor do crescimento.
fonte: O Globo
No segmento de imóveis corporativos, galpões cujos aluguéis pedidos eram de R$ 14 o metro quadrado no início de 2008, finalizaram o ano pedindo R$ 20 o metro quadrado, em média.
Os dados são da Colliers International, que apurou que a demanda por áreas industriais aumentou consideravelmente no ano passado.
Previsão de estabilidade
A previsão é que o quadro se mantenha estável neste primeiro semestre. O motivo é a alta demanda e a baixa oferta.
Embora 2008 tenha sido um ano em que o mercado absorveu principalmente grandes áreas (acima de 10 mil metros quadrados de área construída), a demanda por galpões modulares com áreas na faixa de 1 mil e 3 mil metros quadrados continuam sendo uma tendência para 2009 no estado de São Paulo.
As rodovias Anhanguera, Castello Branco e Bandeirantes registraram forte demanda no ano passado, mas também se percebe alta significativa para a Régis Bittencourt, a Anchieta e a Imigrantes, que são cortadas pelo trecho Sul do Rodoanel. A previsão da conclusão das obras nessas localidades é 2010.
Fonte: InfoMoney
Com grande atenção à votação do texto final do pacote de estímulos no Congresso dos EUA, os mercados externos apontam para uma sessão de ganhos nesta sexta-feira (13), trazendo tom positivo para a abertura doméstica.
A importância das medidas governamentais para a economia cresce neste dia, enquanto os investidores recebem notícias desfavoráveis sobre o PIB (Produto Interno Bruto) da zona do euro nesta sessão - a maior contração em 13 anos -, além de avaliações positivas sobre as medidas de estímulo já tomadas na China.
Pelo noticiário corporativo, o destaque recai sobre os setores automobilístico, além do resultado acima das expectativas da ThyssenKrupp e negociações sobre o preço de minério de ferro, em sessão que contará apenas com a divulgação do índice de confiança do consumidor nos EUA.
"Esperamos que o Congresso dos EUA aprove o pacote de estímulos de US$ 789 bilhões neste dia. Ele deverá impulsionar o crescimento do PIB entre 3% e 5% (anualizado) no segundo semestre deste ano. Se estiver correto, isto proporcionará um amplo e bem vindo apoio à economia dos EUA", ressaltou em relatório o analista Amit Kara, do UBS.
Noticiário corporativo
A ThyssenKrupp, maior siderúrgica alemã, afirmou que seu lucro nos três meses encerrados em dezembro caiu para € 168 milhões, resultado superior ao projetado por analistas. As vendas totais da empresa reduziram-se em 6,1% no período, para € 11,5 bilhões.
Já a associação de produtores de aço da China, maior produtora mundial de aço, afirmou nesta sexta-feira que as mineradoras australianas BHP Biliton e Rio Tinto devem aceitar um corte maior nos preços de minério de ferro que a brasileira Vale, que obteve reajuste menor durante o último ano.
Líder global do setor automobilístico, a japonesa Toyota anunciou medidas para cortar custos e reduzir a produção nos Estados Unidos, como a diminuição da jornada, eliminação de bônus e fechamento de instalações. Por sua vez, a Chrysler reduziu os trabalhos no acordo de colaboração com a japonesa Nissan, a fim de ampliar os retornos financeiros do projeto.
Perspectivas
Os mercados futuros nos EUA operam em leve alta nesta sessão, ao passo em que os mercados acionários na Europa registram altas mais consistentes, mesmo frente à redução de 1,5% do PIB da zona do euro na passagem trimestral, o que poderá favorecer a abertura dos negócios em âmbito doméstico, também afetado pela continuidade da temporada de divulgação de balanços.
No último pregão, o Ibovespa registrou queda de 0,84%, para 40.500 pontos. Um aspecto bastante destacado em relatórios de analistas nesta sexta-feira é que o pregão antecede o vencimento de opções de fevereiro, o que pode trazer uma dose adicional de volatilidade.
InfoMoney
Se você mora, possui ou pensa em adquirir um imóvel no litoral, preste muita atenção à cobrança de laudêmio, foro e taxas por ocupação de Terras de Marinha pertencentes à União. O alerta é da advogada especialista em terras da União, do escritório Ribeiro do Valle Associados, Natália Ribeiro do Valle.
"Segundo a lei, Terras de Marinha correspondem à faixa de 33 metros a partir da preamar média de 1.831 e tem base no princípio de garantir à defesa nacional e à população o livre acesso ao mar e às áreas litorâneas. No entanto, ao longo da costa brasileira, proprietários vêm sendo cobrados pela SPU (Secretaria de Patrimônio da União), muitas vezes estando a cerca de 80 metros de distância, como é o caso da cidade de Santos", relata a advogada.
Ainda segundo a especialista, em um levantamento feito em 2007, a SPU havia arrecadado R$ 358 milhões com taxas e aluguéis de propriedades. Entretanto, diz ela, 90% dos imóveis cobrados não ocupam as terras da Marinha, sendo que, em centenas de processos, a Justiça já reconheceu que propriedades foram incluídas em terras de Marinha por engano e determinou o fim da cobrança.
Taxas
Proprietários de imóveis localizados na orla brasileira pagam anualmente ao Governo Federal, taxa de ocupação ou foro e, ao transferir o imóvel, arcam também com o laudêmio, valor devido à União (o real proprietário) pela transferência do domínio útil da área.
A taxa de foro incide sobre terrenos cujos titulares se encontravam nas terras antes da demarcação. Os contratos de foro conferem mais direitos do que os de ocupação, pois garantem também o domínio útil de 83% da área, ficando os outros 17% à União. O valor desta taxa equivale a 0,6% do valor atualizado do bem.
Já a taxa de ocupação deve ser paga pela pessoa física ou jurídica que obteve autorização da SPU para ocupar imóvel de propriedade da União após o processo de demarcação, sendo que o ocupante não tem domínio das terras, apenas o direito de ocupá-las. O valor anual desta taxa é de 2%, para as ocupações cuja inscrição foi requerida a SPU, até 30 de setembro de 1988, e de 5% para as inscrições feitas após este período.
Por fim, o laudêmio é o valor pago à União pela transferência de direitos de ocupação ou de foro a outra pessoa. O laudêmio é devido somente nas transações onerosas, correspondente ao percentual de 5% sobre o valor atualizado do imóvel.
Fonte: InfoMoney
As famílias com renda entre dois e dez salários mínimos serão as mais beneficiadas pelo programa de habitação popular, ainda em estudo, que o governo federal pretende anunciar em breve, segundo a Agência Brasil.
O financiamento dessas moradias será proporcional à renda dessas famílias, garantiu a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, na última quarta-feira (11), no Encontro Nacional de Prefeitos. "Com isso, vamos garantir que as pessoas tenham condição de pagar em função de sua renda: que jamais acumulem o pagamento do aluguel e a prestação da casa".
Segundo ela, o programa, que pretende construir cerca de 1 milhão de casas populares até 2010, vai "dar subsídios para esse pagamento [do financiamento], proporcional à renda. Quanto menor a renda, maior o subsídio".
Um plano "robusto"
A ministra não quis dar detalhes sobre o plano de habitação do governo, mas garantiu que ele sairá nos próximos dias e que será "um bom plano, robusto".
Dilma também adiantou que o programa deverá buscar simplificação de procedimentos e a redução dos custos das obras. Segundo ela, o governo também pretende diminuir o tempo de construção de uma habitação de 33 para 11 meses.
Ainda na última quarta-feira (11), o presidente Lula afirmou que as medidas para estimular o setor de Construção Civil são importantes, porque "é uma área importante para gerar empregos e dinamizar a economia e, sobretudo, a mão-de-obra menos especializada".
Informamos que os carnês referentes ao ISS Fixo 2009 foram encaminhados através dos Correios e o Decreto nº. 1360/2008 que fixou valores do Imposto sobre Serviços de Qualquer Ntureza Fixo- ISS Fixo – de profissionais autônomos e sociedade de profissionais está disponível em http://www.curitiba.pr.gov.br/Secretarias/1/22/Anexos/D1360.2008.pdf
Maiores Inofrmações através:
Telefones dos plantões: 3350-8602 e 3350-8384
Plantão fiscal no Prédio Central da Prefeitua ou nas Ruas da Cidadania
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Na internet temos de tudo um pouco. Coisas úteis e inúteis. Recebemos em nossos endereços eletrônicos mensagens de todos os tipos. Desde propagandas enganosas até spams, trojans, vírus, textos inteligentes ou não, enfim a rede mostra-se um lugar ao mesmo tempo útil e perigoso na comunicação virtual.
Desta maneira a assessoria de comunicação do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Paraná (Creci-PR) traz uma nova proposta para os Corretores de Imóveis.
Qual a proposta?
Compartilhar sites culturais, profissionais, didáticos e que tenham utilidade para o aperfeiçoamento profissional dos Corretores ou que sejam também sites de entretenimento saudável com informações conhecimentos gerais, que proporcionem uma visão abrangente do que é a rede com seu conteúdo.
Como fazer?
Simples: O Corretor que desejar compartilhar um site com seus colegas, enviará um email para o setor de Assessoria de Imprensa com o endereço do site que será previamente analisado e divulgado para todos os Corretores de Imóveis. Os endereços serão armazenados no banco de dados do Creci-PR e listados numa opção específica separada por assunto.
Quem desejar participar desta idéia poderá enviar email para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Para dar início já apresentamos o site Suplemento Cultural para quem gosta de uma boa leitura.
O endereço é: www.suplementocultural.com
Assessoria de Imprensa – Creci-PR
A COOPAMI convida você para um Cofee Break e conhecer os produtos e serviços disponibilizados aos Corretores de Imóveis Autônomos.
Rede Imóvel Ideal
Rede exclusiva para Corretores de Imóveis Cooperativados, um sistema inteligente de parcerias.
A COOPAMI - Cooperativa de Agentes do Mercado Imobiliário, em parceria com a SOFTPRO - Soluções em Tecnologia, está disponibilizando um Portal exclusivo para Corretores de Imóveis Autônomos (pessoas físicas).
Sistema Obra pelo Valor Real
Lançamentos dos empreendimentos Solar Vitória e Green Valley
Honorários de Venda de 3% para Corretor Autônomo
Comitê de Avaliação Mercadológica de Imóveis
Pregão Imobiliário Semanal
Núcleo de Desenvolvimento Profissional do Corretor de Imóveis
Palestras, Cursos e Treinamentos
Data: 06 de fevereiro (sexta-feira)
Local: Auditório do Creci-PR - Rua General Carneiro, 608
Horário: 19 horas
Mais informoções pelo telefone 3014-5050
Embora o deputado federal Antonio Palocci (PT-SP) tenha ignorado o abaixo-assinado com mais de um milhão de assinaturas encaminhado à Câmara dos Deputados na terça-feira (11) pela Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) pedindo a não prorrogação da CPMF, a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) fará mais uma tentativa de sensibilizar os parlamentares. Dirigentes da entidade vão às ruas de maior movimento de Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa e Pato Branco no sábado (15) para coletar assinaturas da população e engrossar o movimento pelo fim da cobrança da contribuição.
"O governo tem que ajustar seus gastos e, se considera que não pode abrir mão da arrecadação da CPMF é por ineficiência administrativa", afirma o presidente da Fiep e um dos articuladores do movimento Mais Brasil Menos Impostos, Rodrigo da Rocha Loures. Para o presidente da Fiep, "os gastos públicos só serão controlados quando fecharmos a torneira do governo".
De acordo com cálculos de diversos economistas, o governo tem receita para cumprir a agenda social e não depende da arrecadação da CPMF. A previsão é que a arrecadação geral do governo cresça R$ 70 bilhões em 2008, passando de R$ 514 bilhões projetados para 2007 para R$ 586 bilhões em 2008. O deputado Palocci, que é o relator da comissão especial da Câmara dos Deputados criada para analisar a prorrogação da CPMF, argumenta que o governo não pode abrir mão da arrecadação proveniente da contribuição.
Perverso e cumulativo - Na avaliação da Fiep, no entanto, a CPMF tem um caráter perverso porque é cumulativo. "É um imposto invisível que se esconde nos preços", afirma o vice-presidente da Fiep, Hélio Bampi. Segundo ele, embora tenha uma alíquota reduzida, a CPMF vai se sobrepondo a cada operação financeira, pesando sobre as empresas.
Além disso, segundo o empresário, não há uma motivação econômica para a cobrança da CPMF porque ela não incide sobre a geração de renda, mas apenas sobre a movimentação financeira. "A justificativa para a cobrança de um imposto deveria ser a geração de renda e no caso da CPMF isso não existe, ou seja, há apenas uma movimentação do dinheiro", afirma Maurílio Schmitt, coordenador do Departamento Econômico da Fiep.
Sábado - A mobilização acontece no sábado, das 9 às 14 horas. Em Curitiba, será na Boca Maldita. Em Ponta Grossa, haverá dois pontos: na Praça Barão de Guaraúna e no terminal central de ônibus. Em Londrina, no calçadão e no shopping Catuaí. Em Maringá, na Praça Raposo Tavares. Em Cascavel, em frente à catedral e em Pato Branco, na Praça Getúlio Vargas. Em todos estes locais serão montados quiosques para a coleta de assinaturas. Quem não comparecer pessoalmente à mobilização pode assinar o documento diretamente no site http://cpmf.fiepr.org.br. As assinaturas coletadas nas ruas e por meio do site serão encaminhadas aos parlamentares para sensibilizá-los pelo voto contrário à prorrogação do imposto.
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Ministro das Cidades vê com preocupação vistoria periódica em casas
O ministro das Cidades, Márcio Fortes, manifestou preocupação com a realização de vistoria nas habitações de interesse social, se for aprovado o Projeto de Lei 2.526/07. A proposta visa tornar obrigatória a realização de perícias em construções particulares a cada cinco anos.
Márcio Fortes participou nesta quarta-feira (9) da audiência pública promovida pela Comissão de Desenvolvimento Urbano para discutir o projeto, de autoria do deputado Sílvio Lopes (PSDB-RJ).
O ministro questionou a existência de suficiente número de profissionais para realizar a perícia nos "milhões de imóveis" que existem no país. "Não vai ter gente para realizar tantas vistorias", argumentou, acrescentando que o laudo custa muito caro.
Contraponto
O presidente do Crea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), Marcos Túlio de Melo, garantiu que há profissionais suficientes para a execução das perícias.
Ele considera o projeto importante, salientando que a perícia é mais barata do que as conseqüências da sua não-realização. Para Melo, a construção precisa de acompanhamento permanente durante sua vida útil.
"Temos hoje estádios em péssimo estado de conservação, por exemplo, colocando em risco a vida das pessoas", alertou.
Periodicidade
O relator do projeto, deputado Zezéu Ribeiro (PT-BA), disse que não vê a perícia como ônus para o proprietário do imóvel, mas como uma ferramenta fundamental para reduzir os custos e antecipar os problemas.
O parlamentar mencionou que o prazo mínimo de cinco anos previsto no projeto poderá ser ampliado, de acordo com a complexidade da obra.
Já o autor da proposta, Sílvio Lopes, afirmou que sua intenção é proteger as pessoas, beneficiando tanto usuários quanto construtoras. Ele ainda explicou que, nos casos residenciais, a vistoria seria feita pelo engenheiro responsável pela construção.
A proposta tramita em caráter conclusivo, sem necessidade de passar pelo Plenário, e será analisada pelas Comissões de Desenvolvimento Urbano, de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: InfoMoney
I Enbraci discutiu os rumos do mercado imobiliário.
O mercado imobiliário brasileiro se reuniu em Brasília entre os dias 18 e 20 de junho, para o I Encontro Brasileiro de Corretores de Imóveis (I Enbraci). Organizado pelo Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), o evento discutiu temas como as perspectivas do mercado imobiliário brasileiro, rumos da concessão de crédito imobiliário, a responsabilidade civil do intermediador imobiliário diante do crescimento do setor, e outros pontos relevantes para esse segmento.
Entre os palestrantes convidados estiveram representantea da Caixa Econômica Federal, o economista Mailson da Nóbrega, ex-ministro do STF Maurício Correa, o presidente do Cofeci, João Teodoro da Silva, e o presidente da Terracap (Companhia Imobiliária de Brasília), Antônio Gomes e o ex vice-presidente do Brasil, Marco Maciel..
Além das conferências, no grande auditório, foram feitas oficinas, workshops e atividades de reciclagem para os corretores imobiliários, ao longo da programação. O evento aconteceu no Centro de Convenções Brasil 21, na Capital do país. Mais de 1200 pessoas prestigiaram o evento que foi analisado como um marco na conquista de eventos organizados pelo Sistema Cofeci-creci.