SÃO PAULO - Alugar um imóvel pode ser um bom negócio para o locador. Porém, ele pode ter problemas e dívidas, caso não acompanhe os pagamentos do inquilino. Por isso, é preciso ficar atento ao recolhimento de encargos e contas de consumo.Para a Lello Imóveis, empresa que administra condomínios em São Paulo, acompanhar de perto a situação do imóvel alugado é a primeira regra para o proprietário que não deseja ser surpreendido com dívidas a pagar ao final do contrato de locação.
Dívida com a Prefeitura
A empresa ressalta que o não pagamento do IPTU, por exemplo, pode resultar em uma dívida significativa do proprietário do imóvel com os cofres públicos. Isso porque, caso não acompanhe o recolhimento do imposto e o inquilino não o pague, dentro de cerca de um ano e meio, o proprietário receberá uma notificação.
O documento informará o valor do débito, acrescido de multa e juros. Outro agravante é que a carta é endereçada ao imóvel alugado; sendo assim, o proprietário pode nem ficar sabendo da dívida, que se acumulará.
SÃO PAULO - Os moradores da região Sul do País são os mais propensos à compra de imóveis no atual momento econômico, segundo aponta levantamento do Ibope Inteligência, realizado em parceria com a rede global de pesquisas WIN (Worldwide Independent Network of Market Research).
SÃO PAULO - O planejamento é a ferramenta mais eficiente para evitar prejuízos na hora de reformar ou construir um imóvel. Contudo, engana-se quem acha que basta pensar nos custos e na quantidade de material para evitar dores de cabeça futuras.
SÃO PAULO - O Brasil é uma exceção no modelo internacional de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Ao contrário de países como EUA ou Canadá, onde o governo estadual é responsável pela legislação sobre o imposto, por aqui os municípios têm total autonomia para legislar sobre a matéria e determinar as alíquotas. Isso acaba criando distorções, como a isenção da cobrança, adotada em pelo menos 137 cidades brasileiras.
SÃO PAULO - Considerando os consumidores de todas as classes sociais, 31% comprariam um imóvel caso tivessem disponíveis um crédito de R$ 1 mil por mês. Se o bem fosse um carro, a intenção de compra sobe para 36%, mantendo as mesmas condições de crédito disponível.
SÃO PAULO - O volume destinado aos financiamentos habitacionais pela CEF (Caixa Econômica Federal) até o mês de setembro deste ano já supera o montante de todo o ano passado.
SÃO PAULO - Apesar do crescimento do número de empreendimentos voltados para a população de baixa renda e o déficit habitacional de aproximadamente 8 milhões de moradias, o crédito imobiliário proveniente das instituições privadas ainda tem como foco a classe média e média alta.
SÃO PAULO - Mesmo atrelado a variáveis como aumento de renda e emprego, o crédito imobiliário no Brasil tem um grande potencial de expansão e poder para alavancar outros tipos de financiamentos no País, segundo avaliação do superintendente de operações do Banco Matone, Laércio Souza.
Em dias atípicos, como foi a semana passada, em que a chuva quase não deu trégua em pleno mês considerado o mais seco do ano, segundo a Estação Climatológica da Universidade Estadual de Maringá, a reflexão sustentável sobre o aproveitamento da água se torna praticamente inevitável.
O Conselho Regional de Corretores de Imóveis, Creci-PR, fiscalizou os plantões dos lançamentos imobiliários de Curitiba. As autuações foram realizadas nos dias 01 e 02 de agosto. O objetivo do trabalho, chamado de blitz, é fiscalizar a atuação dos profissionais que atendem nos stands de vendas.