Depois de puxar a desvalorização na Bovespa no final do ano passado, as empresas do setor imobiliário e de construção civil ensaiam uma recuperação. O Imob, índice que reúne as empresas mais representativas do setor na Bovespa, acumula alta de 86,5% desde o início do ano, contra 38,85% do Ibovespa. O Imob fechou ontem em 572,5 pontos, ainda distante do pico de 996,9 pontos atingido em maio do ano passado, mas deixando para trás o fundo do poço, de 213 pontos, registrado em 21 de novembro do ano passado.
"As más notícias cessaram, mas a dúvida é saber quando virão as boas notícias", afirma o analistas da Fator Corretora, Eduardo Silveira. Para os analistas, nem mesmo o programa do governo, Minha Casa Minha Vida, que promete uma injeção de R$ 34 bilhões no setor, fará com que as empresas exibam balanços espetaculares este ano. "Não vai ter volume de vendas suficiente para sustentar as megaempresas que as construtoras se transformaram depois das aberturas de capital", avalia João Rocha Lima Junior, professor do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da USP.
SÃO PAULO - Os milionários de todo o mundo destinaram uma maior parcela de seus investimentos para propriedades em 2008, na comparação com 2007, de acordo com pesquisa realizada pela Merrill Lynch.
Com vários setores industriais duramente abatidos pela crise e com uma perda expressiva na produção agrícola devido à estiagem, o primeiro semestre da economia paranaense foi desanimador. Há sinais, porém, de que ela já bateu no fundo do poço e indicadores importantes mostram um desempenho melhor do que a média nacional.
A chapa “Creci rumo aos 50 anos” do atual presidente, Alfredo Canezin, possui conselheiros de todo Paraná. Canezin afirma que a intenção é fazer com o que os profissionais do interior do estado também possam participar das decisões do conselho.