SÃO PAULO - De acordo com a Nota de Política Monetária, divulgada nesta terça-feira (28) pelo Banco Central, os financiamentos destinados à habitação (com recursos livres e direcionados) seguem em sólido desempenho, com expansão de 3,5% em junho, frente a maio, chegando a um saldo de R$ 70,2 bilhões.
Em 12 meses, a alta na concessão de crédito para a habitação é de 41,8%, levando em consideração operações realizadas com pessoas físicas e cooperativas habitacionais, excluindo-se as destinadas a empreendimentos imobiliários.
O Banco Central disse acreditar que o crescimento da modalidade é favorecido por significativas reduções nas taxas de juros, além do alongamento de prazos e elevação de limites operacionais. Para se ter uma ideia, o prazo do financiamento imobiliário passou de 2.860 dias em maio para 2.959 dias em junho.
As vendas de imóveis novos para uma única família subiram 11% em junho nos Estados Unidos, na comparação com o mês anterior, para a média anual sazonalmente ajustada de 384 mil unidades, informou hoje o Departamento do Comércio do país. A alta foi a sexta seguida em seis meses, e o volume médio de vendas em junho, de 384 mil unidades, foi o mais elevado desde novembro, quando a média estava em 390 mil. Em comparação a junho do ano passado, as vendas de imóveis novos caíram 21,3%.
SÃO PAULO - O faturamento resultante da venda de materiais de construção no mercado interno em junho apresentou a segunda alta consecutiva, variando 3,61% em relação a maio, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (17) pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção).
SÃO PAULO - Parecia tudo certo na hora de comprar a casa própria. Até que, no meio do caminho, algum imprevisto acontece e você calcula que não mais conseguirá arcar com as parcelas do financiamento. Saiba que é possível desistir do imóvel e pedir a devolução do que foi investido.
SÃO PAULO - Quem assinar contrato de financiamento imobiliário com a Caixa Econômica Federal, a partir do mês de agosto, poderá contar com seguro habitacional até 40% mais barato do que é cobrado atualmente.