SÃO PAULO - A CEF (Caixa Econômica Federal) espera superar as projeções iniciais para 2009 e emprestar mais de R$ 29 bilhões em contratos de crédito no setor imobiliário até o fim deste ano.
Para isso, a entidade conta com a contribuição da procura das construtoras pelo programa do governo federal, Minha Casa, Minha Vida, que já recebeu em torno de 400 projetos, totalizando 73 mil unidades habitacionais.
"Há uma mobilização muito grande das construtoras para apresentarem projetos. Nós já temos empréstimos contratados para seis mil unidades", disse, conforme publicado pela Agência Brasil, a presidenta do banco, Maria Fernanda Ramos Coelho.
A construção civil promete ser o grande motor da economia brasileira nos próximos cinco anos. De olho nas obras da Copa do Mundo, no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e num ambicioso plano de investimento das estatais Petrobras e Eletrobrás, o setor já faz planos para iniciar um novo ciclo de crescimento, interrompido pela crise mundial no segundo semestre do ano passado. O otimismo tem base nos números bilionários dos projetos, que chegam perto de R$ 500 bilhões.
O Creci-PR realizará, no dia 14 de julho, eleições dos conselheiros para a gestão de 2010/2012. Todos os corretores de imóveis, obrigatoriamente, precisam votar. O sistema de votação será via internet para facilitar o voto, com isso os profissionais poderão votar em qualquer local que possua internet. O horário será das 9h às 17 horas.
A Nossa Caixa reduziu de 8,9% para 8,4% ao ano mais taxa referencial (TR) a taxa mínima pós-fixada para financiamento de compra e construção de imóveis residenciais enquadrados no Sistema Financeiro da Habitação (SFH), para unidades com valor até R$ 150 mil. O prazo de pagamento passou para 30 anos, e a faixa inicial de valor do imóvel foi ampliada de R$ 120 mil para R$ 150 mil. A Nossa Caixa espera elevar em 25% a concessão de crédito imobiliário para pessoas físicas este ano, chegando a R$ 450 milhões.
SÃO PAULO - A visão geral otimista do setor imobiliário brasileiro amparada pelo plano do Governo para solucionar em 15 anos o déficit habitacional de cerca de 7,9 milhões de unidades não ignora a grande quantidade de trabalho à frente de incorporadoras e construtoras de imóveis.