O governo federal estuda incluir os imóveis usados no programa “Minha casa, minha vida”, transferindo para as unidades de segunda mão os mesmos incentivos concedidos para os imóveis novos, como subsídio (desconto), fundo garantidor e redução dos custos cartorários e de seguro. A ideia partiu do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci), que enviou as reivindicações diretamente ao presidente Lula.
Segundo o vice-presidente do Cofeci, José Augusto Viana Neto, o Brasil tem quatro milhões de residências usadas disponíveis para ocupação imediata e que poderiam ser colocadas à disposição da população que procura moradias de até R$ 130 mil, teto dos imóveis incluídos no programa.
— Esse não é um pleito corporativo, mas uma reivindicação que atende a sociedade. O “Minha casa, minha vida” foi criado para ajudar a economia a se aquecer num momento de crise. O problema passou e agora as pessoas que precisam de moradia imediatamente merecem esse respeito. As condições atuais de financiamento dos imóveis usados não são convidativas como as oferecidas aos novos — disse Neto.
Paisagens de lagos, pontes e mata nativa formam o parque Tingui, obra de saneamento e preservação ambiental, que atrai o investimento imobiliário voltado para o alto padrão. “É quase como morar no campo, há condomínios onde se vê inúmeras espécies de aves e uma flora muita rica”, aponta o diretor comercial da Loft Imóveis, Augusto Albertini, que negocia seis residências localizadas no entorno do parque.
Ao mesmo tempo em que representa o sonho da casa própria, a decisão de iniciar um financiamento imobiliário envolve uma série de aspectos a serem analisados. Um deles é a modalidade escolhida, algo que pode fazer grande diferença no seu orçamento pelos próximos anos.

Claudio Sandri recebeu o título de Cidadão Benemérito de Maringá, na última quinta feira. A cerimônia, realizada na Câmara Municipal, teve a participação de 250 pessoas, entre elas autoridades do setor imobiliário, políticos, familiares e amigos do empresário. A homenagem foi proposta pelo vereador Flávio Vicente. Sandri é corretor de imóveis há 36 anos, e conselheiro do Creci/PR há mais de 25 anos.
Com o cenário mais favorável, os brasileiros estão correndo atrás da compra da casa própria. Na outra ponta, o mercado tem se movimentado para conquistar cada vez mais os clientes, diante da maior competitividade. Um exemplo é que já é permitido o pagamento da casa própria por meio do cartão de crédito.
O valor total dos negócios do 6º. Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal (CEF) em Curitiba quase triplicou com relação ao feirão de 2009. Neste ano, o montante dos negócios foi de R$ 538,4 milhões e ano passado foi de R$ 184 milhões, o que representa aumento de 193%. Já o número de negócios aumentou de 2.420 em 2009 para 5.686 negócios em 2010. O feirão da capital paranaense começou na última sexta-feira (14) e foi encerrado no domingo (16).
O vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças), Luiz Calado, afirmou que a estabilidade econômica torna o investimento em imóveis residenciais cada vez mais seguro, tanto no caso de compra para a venda quanto no de compra para aluguel.
O Minha Casa, Minha Vida pode ser contratado por indivíduos cuja renda familiar seja de até dez salários mínimos. As famílias que recebem de zero a três salários mínimos são as mais beneficiadas: elas recebem subsídio integral dos custos do seguro habitacional, necessário para a contratação de financiamentos, além da isenção dos custos de cartório para registro de imóveis.
A ampliação das opções de uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) em consórcios de imóveis fez esse tipo de comercialização registrar recorde no primeiro trimestre deste ano.