O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) da quarta semana de outubro subiu 0,26%, ficando 0,05 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada na última apuração.
Com este resultado, o indicador acumula alta de 4,96% no ano e 6,78%, em 12 meses.
Nesta apuração, seis das sete classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação.
O principal destaque foi o grupo Habitação, cuja taxa de variação passou de 0,64% para 0,53%. Nesta classe de despesa, os itens que mais contribuíram para este movimento foram: taxa de água e esgoto residencial (1,95% para 1,04%) e gás de bujão (1,92% para 1,33%), nesta ordem.
O grupo Transporte (-0,02% para -0,10%) teve contribuição do item álcool combustível (-0,26% para -1,14%), enquanto a queda do grupo Alimentação (0,03% para 0,00%) foi motivada pelos laticínios (0,98% para 0,22%).
As paredes bem cuidadas, a parte hidráulica e elétrica em ótimo estado de conservação e uma excelente aparência. Estes podem ser considerados alguns critérios básicos para a decisão de compra de um imóvel, certo? Nem sempre.
Os recursos da caderneta de poupança para o mercado imobiliário estão garantidos para os próximos dez anos, disse ontem (24) o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, ao participar de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de São Paulo. Segundo ele, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) consegue deslocar para o mercado imobiliário cerca de R$ 30 bilhões por ano e, por isso, não haverá escassez de recursos para o financiamento nos próximos anos. “A Caixa está equacionada até 2013, não tem problema de recursos. Nesse período está havendo uma discussão com relação aos recursos da poupança, porque no FGTS, que financia o Programa Minha Casa, Minha Vida, tem R$ 125 bilhões para os próximos quatro anos. Então tem recursos para o Minha Casa, Minha Vida na faixa até dez salários mínimos, com mais de 2 milhões de casas para serem contratadas”.
Os empreendimentos imobiliários que oferecem itens que incentivam o movimento sustentável ainda não são determinantes para a compra entre os brasileiros, mas têm grande influência na definição. Por enquanto, a vantagem econômica de ter despesas mensais menores a médio e longo prazo são os maiores atrativos para os consumidores, antes da consciência ambiental.
O 4º Congresso Sul Imobiliário, Consim, realizado de 29 de setembro a 01 de outubro, reuniu mais de 900 corretores de imóveis, em Foz do Iguaçu. O evento traçou um panorama geral do mercado imobiliário, apresentou as perspectivas do setor, além de atualizar o conhecimento dos profissionais sobre diversos temas. O Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Paraná, Creci/PR, foi responsável pela organização do Congresso com a co-realização do Cofeci, Creci/SC e Creci/RS.